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27 de julho de 2016

o poder de fazer



temos uma mochila nova a carregar-nos as memórias.

19 de julho de 2016

a preparar o que virá



pronto a relembrar cada união, a aconchegar o inverno.

15 de julho de 2016

my boys


seremos meia dezena, uma rainha, um rei e três príncipes. num reinado, tudo seria pacífico, seríamos bafejados pela divina sorte da descendência assegurada. toda a corte se rejubilaria, o povo tranquilo não temeria os filipes da historia de portugal nem nenhum desaparecimento nas brumas. mas não. estamos no século XXI numa espécie de era do enfeite, era das bonecas. ou então nao. o objectivo é mesmo atingir essa proclamada perfeição de ter para descendência um exemplar de cada sexo. se não for o caso és um falhado, se tentaste a terceira andavas mesmo à procura. pois poupem-nos a essas análises modernas, a essas perspectivas redutoras que encerram a família em questões reduzidas à sexualidade.

12 de julho de 2016

it's a boy


aproveitamos o belo resultado do desafio lançado e fizemos mais decorações. dois boys out um boy in. serei rainha neste ninho masculino que aconchego. 

1 de julho de 2016

vivo no caos



às vezes vivo num caos produtivo e adio os finalmentes quando os entretantos vão em bom caminho.

29 de junho de 2016

downing college ai weiwei



tudo nos serve para ir correr, passear. nos nossos programas cabemos todos.

28 de junho de 2016

internet segura



temos assistido a uma preocupação emergente em formar, alertar, orientar e informar os pais para esta nova realidade em que inequivocamente os nossos filhos mais tarde ou mais cedo lidam. sem retrocesso. todo um novo mundo para o qual as gerações passadas não trazem know how. e neste mundo virtual, como em todos os outros em que nos movemos, o processo de alerta deverá manter-se - diminuir os riscos para aumentar os benefícios. a tecnologia não estará assim tão longe do paralelo que começa por atravessarmos uma rua com os nossos filhos. quanto mais pequenos mais em rédea curta nos movemos. no início, nem se quer atravessam, fazê-mo-los atravessar, no colo ou no carrinho. mais tarde de mão dada até que adquiram competências de compreensão para que assimilem a causa efeito que começamos por transmitir. depois repetimos as regras várias vezes, regras que nos são naturais. com a rua, com o fogão, com as escadas, com as árvores que trepam, com a convivência em sociedade no geral, com a cidade. no geral conhecemos os riscos, tentamos reduzi-los para que os benefícios cresçam com eles. quando se movem numa rede virtual aberta há todo um mundo desconhecido de riscos e perigos. estudos revelam que no youtube sobejam perigos na mesma proporção em que está no top de preferências de crianças abaixo dos 5 anos. exercer a paternidade significa decidir o momento em que os consideramos aptos a pegarem na faca por sua conta e risco, depois de lhes termos transmitido todas as regras de conduta de como usa-la. na utilização de uma rede num suporte tecnológico poderemos ter presente três C's: 
CONTEÚDO
CONDUTA
CONTACTO
que conteúdo permitimos a que acedam. que conduta os pode orientar na sua utilização. que contactos em rede permitimos. porque nunca devemos partir do princípio que as premissas são conhecidas como não partimos da ideia que os nossos filhos saberão utilizar um fogão sem que lhes tenhamos dado ferramentas mínimas de utilização. as estatísticas também abordam a quantidade assustadora de crianças que por acidente têm o motor de busca a levá-los a imagens que não sabem ainda digerir. e que gravam no cérebro com déficit de ferramentas de processamento. por fim, ficam as perguntas no ar:
-quantos mecanismos de acesso livre existem em casa?
-onde usam o acesso?
-o que usam?

27 de junho de 2016

a mão cheia


Seremos meia dezena, uma mão cheia de dedos em contas que não concretizei efectivar. Sou muito dos filhos que tenho mas também sou mais do que eles. e é neste balanço, que levou tempo a equilibrar, que parto de novo.

25 de junho de 2016

juan miró, desafios







































































operação longe de tecnologias activas e passivas o mais tempo possível. lancei-lhes novo desafio. pinturas de juan miró na frente. liberdade e folhas. liberdade, canetas de tecido e tshirt's. nota-se muito um se está a marimbar para os desafios?

24 de junho de 2016

em todos os cantos haverá sempre festa



fizemos a nossa festa. a tua festa. estamos todos. tiveste três prendas, uma de cada um. comemoraremos também aqui.

22 de junho de 2016

sol de meia noite, o sol steti


Porque ainda é tão de dia e já vamos dormir? São mais duas horas de dia que fazem diferença na latitude que nos é mais familiar. Nunca vivemos tão perto das auroras boreais e do sol da meia noite e por isso esta luz rasante que agora nos entranha nas memórias, serviu para falarmos mais uma vez da incrível bola que habitamos. E estas aprendizagens motivadas pelas vivências batem qualquer dia passado sentado na secretária de uma escola. Batem qualquer teste formativo, sumativo, informativo ou de aferição. Estas são as bolas que metemos na baliza. Temos outras que foram à barra, passaram por cima, saíram. Mas um dia, quando voltarmos atrás, o impacto das que entraram vai ser inequivocamente maior. "chegamos" ao sol da meia noite, o dia que coincide com o solstício de verão, nas zonas polares, onde o sol brilha quase 24 horas. e esta luz que em muitos dias nos banha traz novidades que nos entranham nas memórias.

21 de junho de 2016

dados lançados








































































terás o privilégio de recordar mais desta overdose de experiências, lugares, espaços, movimentos e sítios por onde temos passado. lugares mais e menos comuns. o departamento de zoologia da universidade de cambridge abriu portas. os teus oito anos dão-nos ferramentas inequívocas de que este departamento combina contigo.

17 de junho de 2016

quando eu nasci


























quando eu nasci gostava muito de ser bebé. o passado projetado. um desenho de encomenda com dicas do irmão mais velho para a construção de um carrinho de bebé. poucos dias para uma mão cheia de anos.

16 de junho de 2016

um 5 para o menino dos anos


















































Tardes como gosto que eles passem. De volta dos legos, por exemplo. Desta vez um desafio que o mais velho agarrou. Preparar alguma decoração para a festa que se aproxima. Sai um 5 para o menino dos anos! Será uma festa a 5 provavelmente interactiva, do outro lado barulho disparado para este lado. Um bolo sem pasta de açúcar, mais ou menos tosco, com decorações caseiras. Injecto-lhes o sentido de que mais valioso é o que construímos e não o que compramos. Às vezes os passeios pelas lojas de decorações de festas, as imagens de festas encomendadas cheias de produção não são a nossa cara. É na nossa entrega, na entrega que eles nos vêem dar, que as nossas festas ganham sentido porque o que construímos é para nós e não para os outros. E a beleza que encontramos tem de nós. haja imaginação e diversão à mistura. Umas vezes as nossas festas são menos preparadas, mais desenrascadas e improvisadas outras, parecem cheias de produção  mas são simples momentos de partilha familiar. E é isso que para nós é mágico.

14 de junho de 2016

this moment



coleccionas bolotas, recolhes todo o tipo de bolotas. nunca perguntas o que posso fazer porque te bastas. 

13 de junho de 2016

monstros e companhia



uma tartaruga, uma armadura e trás pum zás, matou, morreu, acertou.....monstros para aqui e para ali.....não quero desenhos de monstros....ok vou desenhar monstros fofinhos.....
desenhos em ebulição, desenhos dinâmicos, cuja construção envolve histórias que interferem de forma reciproca  no desenho.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982