Mostrar mensagens com a etiqueta viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta viagens. Mostrar todas as mensagens

11 de abril de 2017

rembrant escossês



















enquanto fintávamos chuva e quilómetros em extensões desproporcionadas, as imagens lançavam-se como chapadas leves. aqueles filtros atiravam-nos quase em permanência para rembrant. quilos de quadros numa espécie de exposição permanente em movimento.

11 de abril de 2016

4 de março de 2016

go back

























não sei que memórias guardarão. serão muito distantes das nossas porque nem a vida se repete nem a infância se mimetiza. deixamos muitas portas entreabertas, espreitamos janelas entre dois países e se a memória não vos falhar lança-mo-vos ao mundo. há mais uma caixa de pequenos legos que trazem novas figuras mas é esta riqueza não palpável, este vazio de objectos, aqueles dias conjugados a quatro no verbo explorar que queremos que fiquem. vão e voltem. 

22 de fevereiro de 2016

afetos que nos afetam

























reabastecemos o saco dos afetos, aquele que mantemos fechado com um fio de ouro e abrimos devagarinho para que nada fuja, aquele onde metemos tão pouca gente que parece estar sempre quase vazio mas transborda sempre. aquele onde nos expandimos, onde refilamos, onde despejamos queixumes.

15 de fevereiro de 2016

escrever para não esquecer



























mama estou a ver o mundo todo!
vâ-se mesmo o planeta terra que é uma bola!
isto é tudo portugal?
mesmo tudo?
v. 4 anos

14 de fevereiro de 2016

arco da velha


























entre o lá e o cá apanhamos a luz do sol espalhada. gotas de água suspensas no ar.

3 de janeiro de 2016

regressar

























trazemos malas a transbordar de dias bons. paises novos abrem um maravilhoso novo mundo em expansão permanente mas o velho e pequenino mundo de ver filhos a dar a mão aos primos para ajudar a crescer, de tão pequenino e básico que é, que não fique perdido. agarra-mo-lo com tanta força quanta a que metíamos nos nossos dias mancos de nós.

1 de novembro de 2015

das tradições

























o halloween não nos pertence, o pão por deus nada nos diz. o primeiro dia de novembro tinha incluída uma formalidade familiar. a dimensão espiritual não dizia o mesmo a todos. a cerimoniosa visita ao cemitério esvaziava-se no convívio familiar e no encontro para infinitas brincadeiras que esse dia proporcionava. era um dia feliz. mas lá dentro, lá dentro desses dias cheios ou vazios de significados havia a tradição. as tradições pertencem-nos, constroem-se e destroem-se, mudam-se, adaptam-se, transformam-se, recriam-se, miscigenam-se. é fora e dentro das rotinas que guardamos memórias. na procura dos nossos momentos concentre-mo-nos no essencial. e depois e depois não podemos perder estas e deixar levianamente entrar tudo.

15 de agosto de 2015

visitas de estudo




























as aprendizagens estão muitas vezes fora de quatro paredes. as férias são oportunidades valiosas. temos tempero para  mais de um ano de vida. assim directo do produtor como mais gostamos.

15 de julho de 2015

22 de junho de 2015

21 de junho de 2015

as primeiras apalpadelas



























demos uns primeiros passos. primeiro a ver as curvas de uma nova cidade, a apalpar-lhe terreno, a tirar-lhe as primeiras medidas.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982