10 de setembro de 2010

quase só "nossa"

época balnear quase no fim é sinónimo de praia quase deserta e a certeza que o outono está mesmo mesmo ai à porta.

9 de setembro de 2010

7 de setembro de 2010

N também de nascer

fui a correr apanhar-nos flores. é setembro. três é uma família. hei-de abraçar-te como das boas vezes.

6 de setembro de 2010

pegadas, patadas e rodadas

para começar a semana

4 de setembro de 2010

das actividades favoritas

fica mais anestesiado do que com qualquer desenho animado. já não sei quando teve a primeira tesoura mas demonstra uma motricidade fina apurada desde cedo. corta (os) muito pequeninos até esgotar o corte assim como às vezes desenha rabiscos enroscados muito muito pequeninos.

2 de setembro de 2010

setembro - rentrée












































































a praia das redondezas é oficialmente o nosso espaço de lazer fora de época e que bem que nos sabem os fins de tarde mais esvaziados de pessoas.

31 de agosto de 2010

30 de agosto de 2010

a galope
















receita do papá aprovada: um cabo de vassoura + uma roda + peças de madeira + parafusos + uma bandeirola em cartolina.

27 de agosto de 2010

mãe galinha 100% portugal



































perdido numa retrosaria em mogadouro que pelos vistos só abre em dias de festa. ainda estava marcado em escudos. outro de que gosto. obrigada.

26 de agosto de 2010

00ooDO0Oo































trouxemos uma colecção de pedras de uma das praias por onde passámos. aqui o tempo já oscila entre sol e chuva mas ainda não desejamos actividades entre paredes.

25 de agosto de 2010

do campo



















































sabe como ninguém como se planta uma árvore, como e com o que cresce. associa algumas cores aos seus elementos mais característicos, o amarelo ao sol, o azul ao céu e o verde às plantas. este fim de tarde soube-nos por mais que um dia.

24 de agosto de 2010

do campo II



















































a fruta favorita dos últimos tempos a qualquer hora do dia.

23 de agosto de 2010

30 meses


















A palavra autoridade tem origem no termo latino auctoritas que significa aumentar, ajudar a ser mais e melhor, fazer crescer, acrescentar. Não é, portanto um conceito assim tão mau como isso.
Admito que seja uma palavra malvista e sentida. Os portugueses até têm boas razões para isso. Importante é não confundirem autoridade com autoritarismo. Autoritarismo é prepotência. É diminuir o ser humano.

Não faz crescer a não ser frustração, a raiva, o ódio. Em relação às crianças que estão a aprender a crescer e todos os pais esperam que cresçam bem e com dignidade, autoridade deve ser entendida e praticada como um acto de amor. Quando se impõe um castigo, a criança tem que perceber que os pais estão a cuidar dela. A protege-la. Por esta e outras razões, os pais têm responsabilidade de não banalizar o castigo, não castigar por tudo e por nada e usar muito bom senso. O castigo não deve ser algo de pesado, que assuste ou traumatize a criança ao ponto de vista físico ou psíquico. A autoridade serve no fundo para fixar limites.

Um dos problemas que atravessa hoje a nossa sociedade é a incapacidade de educadores (pais e professores) em controlar positivamente as exigências e as condutas, essas sim, tantas vezes imbuídas de autoritarismo dos filhos. Todos os pais querem o melhor para os filhos. Todos os professores querem ter os melhores alunos.

É, portanto, necessário que desde que a criança nasce aprenda gradualmente e de forma bem entendida que tem direitos, mas também deveres. Explicar-lhe com paciência o que é explicável. Os pais não têm que justificar tudo. Muitas explicações e muitas justificações acabarão sempre por criar na criança a percepção de que os pais são mais “fracos” do que ela e com toda a naturalidade passam à fase seguinte. Exigem o impossível. Tornam-se ditadoras e impõem os seus caprichos. Às vezes chegam a ameaçar e mesmo concretizar as suas ameaças com violência. Até física!

D. Guilbert, autora de muitos estudos sobre esta problemática, concluiu: “A noção do permitido acompanhá-lo-á toda a vida; se deixarmos uma criança à mercê da sua vontade colocamo-la numa situação inviável tanto para os outros como para ela própria.”.

O que traz muita tranquilidade às crianças são as normas, as regras e os rituais. O modo como aplicamos tudo isto só tem que ser entendido pela criança como um acto de amor. E ela entende. Entende sobretudo que os pais são fortes mas são bons e nos momentos de aflição estarão sempre presentes. E ajudam.

(...)
Professor Dr. Octávio Cunha
Coordenador do Serviço de Pediatria/Neonatologia do HPBN
*
acrescentaria as escolhas que devemos fazer por eles que os conduzirão a uma futura liberdade de escolha mais completa, informada e orientada! das férias trago três chupas na carteira dados com tanto carinho quanto ignorância.

22 de agosto de 2010

chegamos




































































e os dias ficaram cinzentos...

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982