1 de junho de 2011
30 de maio de 2011
27 de maio de 2011
36 semanas
quase tudo por preparar. desaceleração imperiosa. caminhadas precisam-se a ver se desta vez lhe trocamos as voltas e não se voltam a abrir janelas. hoje foi o primeiro dia de desaceleração. segunda voltamos a uma obra a ver se deixamos mais umas coisas definidas e passamos outros projectos a outros.
16 de maio de 2011
11 de maio de 2011
10 de maio de 2011
entre nós
mama porque é que o cabelo do papá é diferente do nosso?
mama se não bebes sumo porque é que bebes leite com chocolate? o bebé não pode comer chocolate!
(o pisco e o coelho são os eleitos)
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26 de abril de 2011
25 de abril de 2011
18 de abril de 2011
dele
um recorte antigo com colagem e desenho. apurou o uso da tesoura desde cedo por isso desde cedo que usa tesouras que cortam a sério. às vezes apetece rodar o botão para a frente e para trás baralhando futuro e passado a ver como estas particularidades se manifestarão...
15 de abril de 2011
nós por cá
5 dias nisto. gastroentrite é mais bonito, diarreia serve para a risota entre coleguinhas na escola. entre dietas, médico no meio. receita aviada. um pó para diluir três vezes ao dia. inicio de negociações que meteram água, sumo de maçã, sopa e até açúcar e sal. resultado 0, tudo muito amargo e choro pegado. cotovelos cravados na mesa, mãos enroladas no rosto, lágrimas no canto do olho...
-que se passa?
-estou a pensar porque é que estão todos zangados comigo...
estratégias abandonadas, interrupção para jantar, carga nova com tentativas mais radicais. nada. choro e sono à mistura. quase desistir e entrar pela sucapa no leitinho morninho antes de adormecer: afinal não quero leite....de manhã cerelac, umas colheradas puras e outras com pó, a coisa foi mas com reparo- esta cerelac tem um bocadinho de sal ! ( pai e mãe a segurar o riso pegado). agora estou para aqui a pensar que não sei se a coisa foi bem porque havia de ser diluida. para três vezes ao dia há que estudar ainda outras soluções.
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29 de março de 2011
obras
uma escola pública para o pré escolar em obra que há-de ter mosaico e daqui. esta uma conquista pequena. outras conquistas grandes.
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28 de março de 2011
23 de março de 2011
D
doem-me as costas. enquanto me virava ora para a direita ora para a esquerda durante a última noite passei pela posição barriga para cima a tentar esticar as costas e achei que a barriga não estava lá, se tinha até esvaziado. não foi sonho porque o mais velho sonhava em ver bonecos e vi que eram 5 da manhã. se não continua de cabeça para cima deu a volta sem se fazer notar, o primeiro deu a volta nesta altura e não me escapou. vai chegar no mês em que partiu o do meio, até pode coincidir o dia, mas nada se substitui. o nome continua tão por definir que me chega a perturbar e uma grávida é vulnerável a decisões definitivas. estamos grandes mas ao menos já temos umas fotos.
21 de março de 2011
20 de março de 2011
quack-o patinho feio
fomos ao teatro. não largou o bilhete. não despregou olho nem se mexeu para não perder pitada. gostou do gato mau.
18 de março de 2011
17 de março de 2011
26 semanas
descanso a menos e as costas a pedirem. uma pressão num nervo e andàmo-nos a arrastar e ainda falta um bom bocado. mais magnésio para dentro a ver se despacho trabalho que tenho pena de deixar a meio. mexe e remexe, dou-lhe pouca atenção, quase me acomodo a um novo ventre em reboliço como se tivesse sido sempre assim. há outro menino constipado a quem se tem de fungar o nariz. há outro menino a insistir em esticar a corda a cada batalha a quem se tem de imprimir rédeas. balançamos entre não's muito disputados e beijinhos e mimos. sem insistirmos no tema bebé já me afagou a barriga como quem mima o/um desconhecido. muito pouco enxoval preparado principalmente do feito à mão, algumas leituras a preparar o que vem, principalmente na gestão de um novo elemento no trio e no elo mais fraco e na sua adaptação. sem pressões há-de o instinto funcionar e o esforço superior em fazê-los interagir o máximo incluindo o mais velho, mesmo que demore o dobro do tempo, no máximo de tarefas relacionadas com o novo bebé. ainda vacilamos no nome e isso é coisa que me chateia porque faz parte, nesta cabeça, da construção deste novo bebé.
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16 de março de 2011
15 de março de 2011
12 de março de 2011
4 de março de 2011
a tree
um pijama castanho ( tamanho 18-24 meses) ao qual se cortaram os pés. folhas recortadas em felpo e cosidas em tiras castanhas que foram posteriormente aplicadas no pijama e uma coroa com passarinho. 2 serões depois voilá!
3 de março de 2011
passear as linhas
o papa, a mama, ele e o bebé...aos desenhos acrescenta sempre a palavra supostamente escrita. ontem fizemos uma hora de caminho ao ritmo dele, da escola até casa, pediu muito colo mas foi aguentando firme distraido com os desafios que lhe fui propondo. a rua é uma escola que se perde à velocidade do carro. havemos de repetir tantas vezes quantas forem possíveis e ficaremos com os músculos mais fortes porque temos espaço para descobertas físicas e mentais. e o sol a bater na cara soube tão bem e depois sinto-me menos mal de deixar a tv ligada tempo demais para poder também dar uns minutos de descanso a esta barriga enquanto coso folhas no fato de carnaval...
27 de fevereiro de 2011
21 de fevereiro de 2011
20 de fevereiro de 2011
300 km para cima e há-de vir outra a caminho. estamos contentes com os resgates mesmo à distância...
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12 de fevereiro de 2011
collège
o maior desafio que me adivinho está em conseguir entregar-me ao segundo com a mesma disponibilidade que consegui com o primeiro sem perder o espaço que tenho com o primeiro e, isto, parece-me quase missão impossível....
7 de fevereiro de 2011
3
as mãos adormecem-me por turnos durante a noite, acordo-me para as acordar e voltar a adormecer. urge repensar o quarto do miudo e esvazia-lo de brinquedos. fica decidido que ficam lá os dois, para já. o outro quarto está apinhado de tralhas e roupas e isso consome-me a cabeça mas as rotinas têm consumido o tempo e andamos sempre no lava, seca apanha a roupa, brinca e lê - arruma brinquedos e livros, espalha loiça e suja-lava arruma copos, e pratos. o miudo pede mais colo que nunca. na escola só custam os momentos de separação depois, no regresso, desbobina tudo ao pormenor, até as histórias que ouviu as consegue recontar sem perder o fio à meada. os 3 fizemos 2 bolos para a festa na escola e o que mais me agradou foi a insistência da professora numa coisa muito simples. ainda não me conhece, gosto que os nossos bolos tenham mesmo ovos e fiquem tortos e por cá não entram gomas e companhia. a adaptação à escola corre bem quase não precisamos que a professora nos relate os dias que ele esmiuça-os melhor.
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