19 de setembro de 2011
meus projectos, obras feitas
chão limpo, mobiliário descarregado, muitas árvores por plantar ( que me arrancaram os choupos todos que faziam de "cortina" para a rua). quase quase.
12 de setembro de 2011
11 de setembro de 2011
apúlia
um passeio a começar chuvoso e nebuloso e a acabar muito solarengo. com barcos e moinhos. um poiso em obras que fará deste passeio um destino mais regular.
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tantas, tantas perguntas
houve vários setembros em que nos muníamos de lanche e instrumentos e apanhávamos lulas num barquinho perto da costa. eram finais de tarde mágicos depois do meu primeiro trabalho, já lá vão dez anos. recodo-os com saudade. como funcionam estas caixas em rede e o que apanham, não sei e por isso sinto que lhe respondo um bocadinho inventado. e porque se chamam chorões às plantas dunares? chegamos a partir ao meio uma das suas carnudos pontas a ver se deitavam lágrimas...
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9 de setembro de 2011
8 de setembro de 2011
passear
estamos a conseguir entrar em novas rotinas, a escola começou, o bebé já dorme da meia noite às seis, as noites começam a ser tranquilas. ontem voltamos da escola a pé, quase meia hora de caminho. andamos de carrosel.
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4 de setembro de 2011
3 de setembro de 2011
sou uma falsa grávida
o pisco só quer andar de sling. assim que o pouso abre a pestana assim que o meto lá dentro e dou dois passos fecha-a. dou comigo a movimentar-me e a executar as mais variadas tarefas como "grávida" de onze meses.
30 de agosto de 2011
rolhas
uma jangada de rolhas fê-lo saltar para o banho sem birras mais rápido que um furacão. há muito tempo que não as usávamos.
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28 de agosto de 2011
a quatro
os sonos dele também estão um caos a adaptação foi até agora aparentemente fácil mas para adormecer vivemos quase em guerra...sabemos que tem um turbilhão de emoções para gerir e que tudo mais tarde ou mais cedo acalmará. ora quer o papá ora quer a mama e roça-se em mim e quase ronrona. mesmo perdido de sono tem ataques de choro porque não quer dormir nem descansar e ultrapassa os minutos mais que desejáveis a explorar-nos com perguntas e a inventar conversas.
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26 de agosto de 2011
fitas e tecidos
um monte de fitas e tecidos novos/velhos perdidos numa retrosaria quase sempre fechada em mogadouro. montes de coisas que se podem produzir, presentes de natal para começar a preparar e um enxoval do primeiro sobrinho/a para ajudar a construir. a lista de arrumações permanentemente pendente, desenhos e visitas de obra aos solavancos e rotinas de casa meias caóticas. os meninos absorvem-me o tempo.
23 de agosto de 2011
2 meses
ao contrário do irmão manifestou-se para nascer. mais uma vez 40 semanas depois, muitas mais caminhadas e tudo o que mais recomendam. as contrações chegaram na antevéspera, por volta da meia noite começamos a dançar em casa de um lado para o outro. com movimentos livres aguentavam-se melhor cada uma das contrações que num repente eram de dois em dois minutos. acabamos a mala, ainda amparamos o vómito ao irmão maior, que nessa noite avançou com uma gastroentrite, suportamos algumas contrações deitados enquanto o voltámos a adormecer e saímos de fininho. no hospital preferimos ir a pé e recebemos com prazer a epidural quando a coisa ia a uma velocidade acelerada e aceitamos deixar o corpo funcionar sem químicos. na madrugada seguinte programàmos um arraial de s.joão com as enfermeiras de serviço, com bifanas e festa. mas parece que os meus bebés não se encaixam nem descem e a dilatação nunca avança. voltàmos a abrir uma janela confortados pela equipa. conseguimos não escolher dia de nascimento e isso já foi uma conquista mesmo que pequenina.
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21 de agosto de 2011
nós por cá
às vezes parecemos aliens, o bebé chora, o miúdo grita, a ver se vence a dele, e nós descontrolamo-nos e parecemos uma casa de doidos. depois respiramos todos fundo, o bebé fecha os olhos num repente e nós ficamos os três, em silêncio, a ouvir-lhe a respiração e a falar baixinho.
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8 de agosto de 2011
5 de agosto de 2011
ele
galochas nos pés, cobertor amarrado, fralda na cabeça e muito calor lá fora. enquanto espera que me liberte do bebé para nos conseguir arrancar de casa, brinca.
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3 de agosto de 2011
mudando de assunto a 360º
entre mamadas, brincadeiras sintonizadas a meninos de três anos, almoços e jantares, roupas e sestas, tanto quanto posso, escapo-me de fugida à obra. já lá está o mosaico feito à mão e os defeitos resigno-me aos que vou conseguindo corrigir.
2 de agosto de 2011
medidas e três sentidos
fixo-lhe as medidas que se alteram tão a correr e constato, enquanto me afogo em pensamentos nas muitas horas em que me quase reduzo a alimento, que nos deve reconhecer sobretudo com três sentidos distribuídos da seguinte forma:
visão: os óculos do papá porque brilham diz o filho maior
audição: o ruído do irmão maior que está tão falador quanto barulhento
olfacto: eu
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1 de agosto de 2011
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