Mostrar mensagens com a etiqueta desenhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desenhos. Mostrar todas as mensagens

28 de março de 2017

a place like home

























traduziste na perfeição parte do nosso espaço de conforto. há a nossa casa e a casa de uma das nossas extensões. há o chão que efetivamente nos une.

2 de fevereiro de 2017

expressionismo



expressionismo e foco são adjectivos que guardamos muitas vezes para ti.

1 de fevereiro de 2017

do desenho do masculino



no restaurante, em casa, com canetas ou com giz, de frente e de costas. um dia tinhas quatro anos e a exposição das bailarinas do Degas na fundação beyler serviu para te reconfortar nas primeiras frustrações entre o que a tua mente desejava ter no papel e o que a tua mão executava. diz que fazes bigodes porque ainda não sabes desenhar bocas. desenha sempre que quiseres.

2 de novembro de 2016

25 de junho de 2016

juan miró, desafios







































































operação longe de tecnologias activas e passivas o mais tempo possível. lancei-lhes novo desafio. pinturas de juan miró na frente. liberdade e folhas. liberdade, canetas de tecido e tshirt's. nota-se muito um se está a marimbar para os desafios?

17 de junho de 2016

quando eu nasci


























quando eu nasci gostava muito de ser bebé. o passado projetado. um desenho de encomenda com dicas do irmão mais velho para a construção de um carrinho de bebé. poucos dias para uma mão cheia de anos.

13 de junho de 2016

monstros e companhia



uma tartaruga, uma armadura e trás pum zás, matou, morreu, acertou.....monstros para aqui e para ali.....não quero desenhos de monstros....ok vou desenhar monstros fofinhos.....
desenhos em ebulição, desenhos dinâmicos, cuja construção envolve histórias que interferem de forma reciproca  no desenho.

8 de junho de 2016

little smudge

o livro saltou rapidamente para os preferidos do boy mais novo. esta pequena mancha à procura de amigos e rejeitada pelas pequenas formas geométricas coloridas avança mais temáticas do que as que envolvem a matemática das formas. amizade, imaginação, superação, são algumas. fazer novos amigos, lidar com a construção de toda uma nova rede de relações, foi um tema recorrente no nosso ano e, por isso, este livro caiu-nos assim no colo para muitos abraços ao deitar. esta semana enchemos algumas folhas de borrões simétricos, a propósito desta abertura mental que este livro também faz abrir, desafiei-os a desmontarem o abstracionismo do resultado das suas manchas e a construírem figuras concretas. não aceitaram.

9 de maio de 2016

a motricidade treina-se


























a paciência também mas os genes são difíceis de contrariar. picotar é tão acessível quanto positivo na abrangência de focos que atinge. da gestão da paciência, passando pela motricidade fina e pelo foco. temos um conjunto profissional de picotagem dos anos oitenta mas qualquer coisa serve. uma base de esferovite ou o tapete de entrada e um pau de espetada. simples assim.

29 de janeiro de 2016

lá fora



























a ver o mundo com todos os sentidos é sempre melhor que cá dentro

24 de janeiro de 2016

eles querem museus







eles querem museus em parte porque conseguimos que eles quisessem museus. prepararam uma artilharia verdadeiramente pesada, cada mochila se encheu de cadernos, canetas, fruta, livros e do que mais se lembraram. pouco nos importamos que os bons quatro anos só se tivessem dedicado a colorir o contorno de um urso já trazido na mochila, mesmo se nenhum urso tivesse sido avistado. pouco nos importamos que tenha sido um candeeiro árabe do século XV a única razão de fazer mexer canetas com os oito anos quase no papo.

10 de janeiro de 2016

this moment


























é do senso comum conhecido e particularmente daqueles que alargam o número de filhos a mais do que um que o primeiro filho, o que abre mais vezes as portas, condiciona muitas vezes a expressão espontânea do mais novo. uma comparação constante de habilidades deixa os pequenos desarmados na impotência de serem tão bons a desempenhar os mais simples papeis. como tão somente desenhar. há ali em permanência um confronto de idades que por vezes pode inibir uma expressão mais espontânea não tão condicionada pela avaliação e um certo desapontamento com a incapacidade de atingir as mesmas capacidades. eu não sei fazer. eu não sei desenhar. andamos a pensar como dar espaço quando ele é difícil de encontrar.

8 de dezembro de 2015

anglo saxons gods






um dia usamos a mesma receita para uma gondola que registou a nossa viagem a veneza, um trabalho que se perdeu. três anos depois, seguindo a cábula, é capaz de  fazer origamis com muitos passos sozinho. desenha, cola, recorta e mete as mãos em tudo.

18 de novembro de 2015

this moment

























diz que a sala quase pára para lhe espreitar os desenhos. dois lados de uma moeda. confiança bem vinda e afunilamento de competências.

8 de outubro de 2015

reciclar


























passa por dar um novo ciclo aos objectos do quotidiano, afastá-los das colinas de lixo, adiar o mais possível o beco sem saída em que muitos destes objectos preconizam. hoje, reduziu-se, do monte dos desenhos e do monte do lixo, uma ínfima parte.

4 de outubro de 2015

retratos


























podes dizer à minha professora que falo português acho que ela não sabe.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982