reentramos numa espécie de ritmo alucinante em comparação. e voltamos aos S's e aos Mas porque a escola voltou a acabar tarde mas há expressões faciais descontraídas, voltamos a uma pressão acrescida com muita matéria perdida mas vontade. fugirei sempre de vender modelos de escolas. formem professores do futuro, recompensem-nos, ensinem-lhes que com os afetos a transmissão de saber é mágica.
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7 de outubro de 2016
29 de setembro de 2016
das rotinas
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28 de setembro de 2016
TPC
nada contra, nada a favor. saber gerir o que temos e avançar para conversas sobre o mundo. ele, o mundo não se encerra nas prestações escolares. nós, uma muito pequenina parte do mundo, somos muito mais que as respostas dadas formalmente em testes a serem avaliados para pontuação. ela, a escola, consome uma boa parte da vida, mas nós vamos continuar a acreditar que uma viagem, grande, pequena ou parada trará o para nós é mais precioso: Tempo Para Conversar. o TPC mais precioso.
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19 de setembro de 2016
a magia das letras
sabíamos, pressentíamos que seria fácil. regressas todos os dias deslumbrado com magias e jogos de letras e palavras que te vibram nos olhos. esta professora que te põe a acreditar ser capaz de ter magias na manga para que o mundo não acabe, a natureza não se destrua, a comida se transforme. não que vogais e consoantes não te fossem já familiares mas há um novo brilho que lhes encontras. como se tivesses ganho um outro olhar. continuas a nossa abelha a produzir o mais doce mel dos nossos dias alternando-os com momentos de um zumbido torturador. anseias todos os dias pelo bebé que teremos nas nossas vidas, contas os minutos para voltar a viver a vida de um recém nascido. derretes-te com o futuro próximo e desejas que a comida que ingiro tu traga com mais rapidez. não queres esperar, tens pouca paciência para esperas, não esperas que mexa para tentar sentir os movimentos mas perguntas várias vezes se é naquele preciso momento que mexe, só para ti. és o filho que deixa de ser pequeno. o que não vamos saber o que chamar, o que não vai ser nem grande nem pequeno. és o filho que não me fazendo mãe me mostrou que se pode ficar perdidamente apaixonado pela descoberta de uma outra pessoa em construção e que a magia dessa individualidade emergente é deslumbrante.
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1 de julho de 2016
internet segura II
muito poucos blogues a abordarem o crescimento dos filhos tocam em questões práticas sobre a utilização virtual segura das crianças. é-nos natural a abordagem de condutas corretas na vida social real mas muito poucas são as abordagens a condutas de utilização num mundo totalmente aberto e desconhecido virtual. existem hoje por exemplo indicações para que se coloque um autocolante nas câmaras ligadas em rede quando estas não estão a ser utilizadas. são notas soltas que surgem com o crescendo número de casos de registos virtuais não deliberados. crianças "encerradas" em quatro paredes e abertas e vulneráveis a um infinito mundo labiríntico. sem receio de experimentar. entregues a si próprias. a explorar:
- PEGI- apoio na classificação etária para aquisição de jogos de computador
-EU KIDS ONLINE informação em portugues
-NET CHILDREN GO MOBILE
-ZERO TO EIGHT
-KID REX- motor de busca seguro para crianças
-TOMARKS
-KIDLE- motor de busca criado pela google seguro para crianças
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28 de junho de 2016
presentes
escolheste um dos teus pratos favoritos, vir embora da escola, o que nos custou um mal entendido com a professora línguas faladas à parte e culturas esmiuçadas de lado. tinha-mo-nos a todos presentes e os presentes bastaram mas para o ano está prometido dilatarmos a festa aos amigos, com mais saltos espraiados na praia ou no jardim da vossa infância que a estação do ano que te recebeu permite a festa que combina connosco.
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temos assistido a uma preocupação emergente em formar, alertar, orientar e informar os pais para esta nova realidade em que inequivocamente os nossos filhos mais tarde ou mais cedo lidam. sem retrocesso. todo um novo mundo para o qual as gerações passadas não trazem know how. e neste mundo virtual, como em todos os outros em que nos movemos, o processo de alerta deverá manter-se - diminuir os riscos para aumentar os benefícios. a tecnologia não estará assim tão longe do paralelo que começa por atravessarmos uma rua com os nossos filhos. quanto mais pequenos mais em rédea curta nos movemos. no início, nem se quer atravessam, fazê-mo-los atravessar, no colo ou no carrinho. mais tarde de mão dada até que adquiram competências de compreensão para que assimilem a causa efeito que começamos por transmitir. depois repetimos as regras várias vezes, regras que nos são naturais. com a rua, com o fogão, com as escadas, com as árvores que trepam, com a convivência em sociedade no geral, com a cidade. no geral conhecemos os riscos, tentamos reduzi-los para que os benefícios cresçam com eles. quando se movem numa rede virtual aberta há todo um mundo desconhecido de riscos e perigos. estudos revelam que no youtube sobejam perigos na mesma proporção em que está no top de preferências de crianças abaixo dos 5 anos. exercer a paternidade significa decidir o momento em que os consideramos aptos a pegarem na faca por sua conta e risco, depois de lhes termos transmitido todas as regras de conduta de como usa-la. na utilização de uma rede num suporte tecnológico poderemos ter presente três C's:
CONTEÚDO
CONDUTA
CONTACTO
que conteúdo permitimos a que acedam. que conduta os pode orientar na sua utilização. que contactos em rede permitimos. porque nunca devemos partir do princípio que as premissas são conhecidas como não partimos da ideia que os nossos filhos saberão utilizar um fogão sem que lhes tenhamos dado ferramentas mínimas de utilização. as estatísticas também abordam a quantidade assustadora de crianças que por acidente têm o motor de busca a levá-los a imagens que não sabem ainda digerir. e que gravam no cérebro com déficit de ferramentas de processamento. por fim, ficam as perguntas no ar:
-quantos mecanismos de acesso livre existem em casa?
-onde usam o acesso?
-o que usam?
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29 de abril de 2016
tabuada
é só saber em que tecla clicar e temos muita informação disponível em segundos. não sei que sentido no século XXI fará cantar a tabuada. já li abordagens contraditórias. muitas vezes dá jeito que ela saia da nossa caixa mágica em exercícios de ginástica que incluam cambalhotas numéricas mais ou menos complexas sem perder mais que milésimos de segundos. quando repetimos a receita de um bolo, conduzimos diariamente, pedalamos, vendemos pão, as tarefas inerentes saem sem fazer a desmontagem do movimento. repetir. repetir. repetir. para repetir é preciso precisar. as crianças não precisam objectivamente das tabuadas, precisam teoricamente para dar resposta na escola. mais uma vez conduzo o comboio e procuro fórmulas de memorização associadas ou a brincadeiras, mnemónicas, rimas ou estratégias objectivas. qualquer estratégia serve nem que seja para memorizar partes chave de algumas e depois abrir caminho à associação de ideias. uma vez precisamos de estrelas. outra vez inventamos uma espécie de máquina que ainda não precisamos. atiramos barro à parede muitas vezes a ver se cola....
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17 de março de 2016
escola na vida e vida na escola
"O Pierre Lévy dizia que as escolas perderam o monopólio do saber, só mantêm o da acreditação. Daqui por algum tempo, nem isso. Em vários condados dos EUA as escolas estão a fechar, porque o homeschooling, o unschooling e outros schoolings acabaram com as escolas de aula com professor-papagaio. A Kan Academy foi criada por um americano, quando percebeu que o sobrinho quase nada aprendia na escola. Preparou pequenas apresentações em suporte digital, enviou-as ao sobrinho... e o sobrinho de Kan aprendeu. Então, um senhor chamado Bill Gates decidiu financiar a iniciativa. Essa academia, que visitei há cerca de um mês atrás, sugere a competição entre a web 2.0 e a 3.0 e o atual modelo de escola. "
"O que o aluno vai fazer à escola se pode aprender com o computador? O problema é que estamos a gerar, paralelamente à escola, monstrinhos de computador que não olham para os lados e não percebem a existência do outro. Há algum tempo atrás, presenciei dois irmãos nos seus quartos, um ao lado do outro, a falar pelo Twitter. Isto é o cúmulo. Nunca houve tantos instrumentos de comunicação e nunca tão sozinhos estivemos. A escola desenvolve a solidão, tal como com as novas tecnologias mal aproveitadas. O que se faz hoje na escola? Espaços chamados laboratórios de informática e redes digitais para quê? Hoje com um aparelhinho de mão já tenho acesso à Internet. Para quê colocar computadores nas escolas? Para gastar dinheiro e gerar lixo digital a curto prazo? "
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16 de março de 2016
up and down
as rotinas são os mesmos sabores de sempre. este jogo do ganhar e perder, do ir e vir, do up and down, do provar, esta montanha russa da vida, nem sempre se sabe como cozinhá-la.
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7 de março de 2016
tree of life
sabemos que a primavera está a chegar cada vez que nos demoramos mais um bocadinho LÁ FORA. às vezes vamos só tirar dúvidas porque temos um miúdo grande cuja ligação ao mundo animal nos pôs a correr muitas séries de episódios que nos mostram este chão que nos acolhe. hoje enquanto segurava duas joaninhas entre os dedos, com uma equilibrada pressão para nem escaparem nem se esmagarem, e as transportou junto com os estames no funil central amarelo de um narciso, para mais tarde as libertar, fez mais perguntas. tudo começou com os consensuais episódios do chris e do martin que entraram cá em casa e, do filho maior se alastraram para filho menor. há séries infantis a que assistem não consensuais, seja porque as idades são diferentes, seja porque ao controle parental não agrada. a árvore da vida será a nossa próxima exploração.
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29 de fevereiro de 2016
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25 de fevereiro de 2016
memórias revisitadas
a minha professora de antropologia queria muito que os seus alunos associassem o início do curso de arquitectura com uma infância no meio de construções com legos. eu, que apesar de gostar da senhora, achava a associação bacoca, quase "assumi" que devia introduzir outras ferramentas de brincadeira com receio de encerrar o espectro de descoberta de áreas de interesse aos meus filhos. queria muito abrir-lhes a amplitude e cheguei à conclusão que construções podem até treinar um cirurgião, um mecânico ou, melhor ainda, nada destas catalogações profissionais do século xx. estamos só no início do século xxi. eu cada vez mais gosto dos brinquedos sem século, com formas puras e multi funcionais. temos a casa sempre aberta a novas peças de lego e encontramos sempre uma maior amplitude de utilizações.
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10 de fevereiro de 2016
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uma escola com meninos de 35 países diferentes. anglo-saxons e muito mundo novo. viver a diferença é diferente de ensinar a diferença.
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2 de fevereiro de 2016
reading no gerúndio
andamos às apalpadelas neste desconhecido modelo escolar. para já o comboio da leitura não tem abrandado o ritmo, as estantes dos corredores da escola onde cada um escolhe livros para ler diariamente e o salto gigante de avançar de livros de frases soltas numa outra língua para grossos livros de aventuras, são estímulos. pede livros grossos. muitas letras a preto e branco. não tem medo delas.
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30 de janeiro de 2016
27 de janeiro de 2016
read
não há um dia para se começar a andar, a falar, a ler. anda tudo no gerúndio como se concluiu na primeira vez. vai-se lendo. vai-se andando, vai-se falando. há duas línguas num novo gerúndio: fluindo.
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26 de janeiro de 2016
free school lane
reinvente-mo-nos. diz que as nossas crianças estão cheias de estímulos e que a concentração, num mundo de luzes a piscar, é o maior desafio. há um novo mundo escolar por abrir sobretudo que não se encerre em avaliações constantes. há famílias a libertar-se em processos de unschooling e outras a construir escolas em casa ou dentro de uma comunidade. há países longe a explorar outros caminhos e escolas perto com caminho feito fora do circuito estereotipado. há muitas reflexões. muitas visões certeiras. a necessidade premente de formar melhor quem forma. é urgente passar conteúdos codificados que vêm do passado sem a sensação de despejar um camião de areia até deixar a cabeça de fora e o corpo preso de milhares de crianças. este ano absorvemos aberturas na forma de trabalhar na escola primária, às vezes vão de encontro a muitas reflexões actuais: não há avaliações formais, a escola termina pouco depois das três, há muito trabalho no tapete, os trabalhos de casa são curtíssimos, pontuais e incluem jogos de computador. aliciante portanto para meninos do século XXI. mas ser dos S'Se dos MAS e ser isto e aquilo e tudo ao contrário é uma baralhação. andamos sempre a tentar empurrá-los para fora do afunilamento visual que as tecnologias introduzem e para longe de um certo amorfismo corporal que elas vinculam, por isso, abrir um computador para fazer trabalhos de casa que são jogar é matar uma tarde de libertação e abrir as portas do encadeamento electrónico bloqueador. ser dos S'S e dos MAS faz-me andar num constante rewind a desejar modelos do século mais que passado. a desejar repetir com outro filho o mesmo modelo de alfabetização "obsoleto", "precoce", "tradicional" porque esse modelo trazia com ele uma professora do futuro, envolvente, mágica e empática, que fazia das letras personagens de muitas histórias e fazia-as aparecerem nos estojos dos meninos. não sei se importa saber que escola será essa do futuro. importa talvez formar melhor quem forma.
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14 de janeiro de 2016
golos em 18 buracos um mínimo de tacadas
os prognósticos saíram-me invertidos. vais superando um grande desafio devagarinho, não sabes, mas andas a acertar muitas bolas nos buracos. são golos pequeninos que te saem com esforço mas chegaste aqui com umas boas bases. a duração da partida nunca estará definida. obrigada a todos os que se cruzaram no teu caminho para além do teu núcleo mais duro. são quase 8 as voltas que já deste ao sol. só lhe pedimos que continue a iluminar a tua vida.
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