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20 de maio de 2016
histórias e mantas
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11 de maio de 2016
vulcões
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9 de maio de 2016
a motricidade treina-se
a paciência também mas os genes são difíceis de contrariar. picotar é tão acessível quanto positivo na abrangência de focos que atinge. da gestão da paciência, passando pela motricidade fina e pelo foco. temos um conjunto profissional de picotagem dos anos oitenta mas qualquer coisa serve. uma base de esferovite ou o tapete de entrada e um pau de espetada. simples assim.
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6 de maio de 2016
quando inventamos bolos
atiramos para o alguidar:
4 ovos
2 bananas
1 abacate
1 colher de açúcar amarelo
1 tablete de chocolate de leite belga
meia caneca de farinha
uma pitada de canela
10 anos de namorados
10 anos de casados
nada sobrou para amostra e a imagem seria esta de modo invertido, uma "caixa" de chocolate com mousse lá dentro....
12 de fevereiro de 2016
experiências caseiras
aceitaram prontamente o desafio, ambos com a certeza de que iam partir ovos com os seus pés. não partiram. usamos uma caixa cheia e verificamos a sua correta acomodação, na vertical. depois das exclamações, partimos um ovo na horizontal. um dia passaremos à compreensão seguinte.
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26 de janeiro de 2016
free school lane
reinvente-mo-nos. diz que as nossas crianças estão cheias de estímulos e que a concentração, num mundo de luzes a piscar, é o maior desafio. há um novo mundo escolar por abrir sobretudo que não se encerre em avaliações constantes. há famílias a libertar-se em processos de unschooling e outras a construir escolas em casa ou dentro de uma comunidade. há países longe a explorar outros caminhos e escolas perto com caminho feito fora do circuito estereotipado. há muitas reflexões. muitas visões certeiras. a necessidade premente de formar melhor quem forma. é urgente passar conteúdos codificados que vêm do passado sem a sensação de despejar um camião de areia até deixar a cabeça de fora e o corpo preso de milhares de crianças. este ano absorvemos aberturas na forma de trabalhar na escola primária, às vezes vão de encontro a muitas reflexões actuais: não há avaliações formais, a escola termina pouco depois das três, há muito trabalho no tapete, os trabalhos de casa são curtíssimos, pontuais e incluem jogos de computador. aliciante portanto para meninos do século XXI. mas ser dos S'Se dos MAS e ser isto e aquilo e tudo ao contrário é uma baralhação. andamos sempre a tentar empurrá-los para fora do afunilamento visual que as tecnologias introduzem e para longe de um certo amorfismo corporal que elas vinculam, por isso, abrir um computador para fazer trabalhos de casa que são jogar é matar uma tarde de libertação e abrir as portas do encadeamento electrónico bloqueador. ser dos S'S e dos MAS faz-me andar num constante rewind a desejar modelos do século mais que passado. a desejar repetir com outro filho o mesmo modelo de alfabetização "obsoleto", "precoce", "tradicional" porque esse modelo trazia com ele uma professora do futuro, envolvente, mágica e empática, que fazia das letras personagens de muitas histórias e fazia-as aparecerem nos estojos dos meninos. não sei se importa saber que escola será essa do futuro. importa talvez formar melhor quem forma.
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30 de dezembro de 2015
rescaldo de um dia de mãe em tranquilidade absoluta
sabe-se que para uma grande parte das mães este seria um dia de mãe perto de um apoteótico ataque de nervos. meninos em exaltação em pleno reencontro metidos dentro de armários de lanterna na mão a magicar as mais soltas brincadeiras. o momento do lançamento do míssil só estava a começar e a mãe perante animado avanço tranquilizava. nada a deixa mais tranquila que meninos a soltar a imaginação, a partilhar momentos fisicamente. seguiu-se um almoço tranquilo entre garfadas de riso que contagiam qualquer grão de arroz a saltar chão fora, a mãe, sorriu aos grãos de arroz que ficaram no prato, eles sorriam de volta. os meninos saíram arrastados, pelo caminho passaram na "selva" e no "deserto", enfiaram uma máscara de macaco e fartaram-se de arrancar picos afiados de um cacto. tudo sem previsibilidade. o sol disse-lhes olá e eles não quiseram perder tempo com ele e foram fazer uma espécie de sesta entre legos. sussurravam entre encaixes e partilharam construções até à hora do lanche. encaixamos uns chutos no exterior entre a suposta sesta e o lanche. até o despertador da fome tocar. entre garfadas de cerelac fizeram magia a cada gota de corante alimentar que lhes era servido num prato ao lado. os pratos de leite transformaram-se em obras de arte abstracta. as duas dezenas de fotos guardadas comprovam-no. brincar de forma orientada e de forma livre são pratos da mesma balança. por isso quando se lançaram no projecto de construir uma cabana no quarto, envolvendo camas arrastadas, camas de bonecas a fazer de estantes de livros para a cabana, mantas com muitos nós e colchões e almofadas a dançar, foi quando a mãe se sentiu mais no céu. nada supera sentir meninos a partilhar momentos assim. que se lixem as arrumações. desarrumar para brincar arruma as cabeças das crianças. temo que uma casa arrumada e uma criança com um suporte eletrónico lhe possa desarrumar mais a cabeça. terminamos com uma refeição completa, ninguém se queixou da sopa e de sobremesa servimos um trivial pursuit. trocamos as perguntas tradicionais por vários quiz's temáticos e queridas mães nem imaginam o que eles já sabem sobre o mundo! eu adorei ouvi-los! foi um rico dia! obrigada às mães que o permitiram!
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17 de dezembro de 2015
anglo saxons world
aquelas mães, uma seca de mães, que estão lá em todas e fazem uma patética inveja porque pegam em máquinas de costura e desencantam fatos em dez minutos. uma seca essas mães.
8 de dezembro de 2015
anglo saxons gods
um dia usamos a mesma receita para uma gondola que registou a nossa viagem a veneza, um trabalho que se perdeu. três anos depois, seguindo a cábula, é capaz de fazer origamis com muitos passos sozinho. desenha, cola, recorta e mete as mãos em tudo.
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2 de dezembro de 2015
para este natal
este é quase o presente perfeito. uma caixa a abarrotar de paralelipípedos de madeira. fica a dica. falta que eles o desejem porque nos anúncios a cores, o plástico e as figuras detalhadas imperam. as crianças pedem o que lhes é mostrado, não pedem o que não conhecem. pedem aquilo a que são expostas. quase nunca conseguem ver no imediato a infinita potencialidade de materiais isentos de artefactos e inteiramente prontos, tecnológicos e por consequência limitadores. é aí que deve entrar quem educa e os conduz na maravilhosa aventura que é crescer. aqui também há pedidos de tartarugas ninja embora a exposição a publicidade não seja grande. mas quando numa conversa entusiasmada lhes abrimos as portas mágicas de outros produtos eles deslizam no escorrega da potencial magia da imaginação e aceitam tudo, ou quase tudo vá. essa descoberta de os conduzir no entusiasmo de brinquedos com um potencial superior, mais amigos do ambiente, da imaginação, da flexibilização de brincadeiras, da plurifuncionalidade e de uma abrangência etária incrivelmente superior é um papel que podemos desempenhar. já temos algumas horas de volta de paralelipípedos de madeira adaptados. podem ver aqui, aqui ou aqui. os sacos de algodão com soldadinhos estampados são produção desta casa e podem voar para a vossa. basta querer.
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27 de novembro de 2015
home
trouxemos da rua um galho, decora-mo-lo. reunimos playmobis temáticos e a nossa #littlelovelylightbox e cheirou um bocadinho a natal. e mais ramos que nos decoram a vida aqui e ali. bom fim de semana.
17 de novembro de 2015
segunda vida às calças
uma camisa e umas calças rompidas no meio das pernas têm ainda muita vida a dar. hoje são uma almofada e escaparam do lixo porque há sempre uma nova oportunidade de mudar de vida...
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13 de novembro de 2015
1 de novembro de 2015
das tradições
o halloween não nos pertence, o pão por deus nada nos diz. o primeiro dia de novembro tinha incluída uma formalidade familiar. a dimensão espiritual não dizia o mesmo a todos. a cerimoniosa visita ao cemitério esvaziava-se no convívio familiar e no encontro para infinitas brincadeiras que esse dia proporcionava. era um dia feliz. mas lá dentro, lá dentro desses dias cheios ou vazios de significados havia a tradição. as tradições pertencem-nos, constroem-se e destroem-se, mudam-se, adaptam-se, transformam-se, recriam-se, miscigenam-se. é fora e dentro das rotinas que guardamos memórias. na procura dos nossos momentos concentre-mo-nos no essencial. e depois e depois não podemos perder estas e deixar levianamente entrar tudo.
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14 de outubro de 2015
remendar
um remedeio a ver se prolongávamos o joelho esquerdo das calças. a linha de bordar de vários tons de azul estabilizou de forma temporária o rasgão eminente. estão a precisar de um novo, estas, e seis outros pares. um mero remendo motivo para divagar. divagaremos.
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8 de outubro de 2015
reciclar
passa por dar um novo ciclo aos objectos do quotidiano, afastá-los das colinas de lixo, adiar o mais possível o beco sem saída em que muitos destes objectos preconizam. hoje, reduziu-se, do monte dos desenhos e do monte do lixo, uma ínfima parte.
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7 de outubro de 2015
pormaiores são pormenores grandes
escrever cartas tem uma dimensão física que nos esquecemos que um email não tem. é como escrever um postal de boas festas ou colocar um parabéns no facebook. há qualquer coisa de muito desumano e artificial nas novas tecnologias que assustadoramente nos penetra nos vasos sanguíneos. há pormenores tão pormaiores que não cabem no digital. enquanto formadores temos o dever de ensinar a usar e a tirar o melhor partido possível dos dois mundos. há muita coisa encerrada nesta preparação de comunicação. escrever cartas fica na gaveta das receitas.
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