24 de dezembro de 2015

23 de dezembro de 2015

this moment



























aprendizagens em potência, tanta matemática fora dos testes.

21 de dezembro de 2015

equinócio

























começou o inverno. é quase natal. perceber de onde se misturaram tradições, se cruzaram e se miscigenizaram rituais, se sobreposeram datas e se aglutinaram festejos. os equinócios colam-se sempre a celebrações atuais. bom equinócio!

20 de dezembro de 2015

this moment

























a apanhar as estrelas que foram caindo em dias de ausência.

19 de dezembro de 2015

until the edge


















ansiosa pela praia de inverno. a mágica praia de inverno. esse nosso canto desamparado onde as melhores memórias de infância deles podiam ficar enterradas. a nortada, um parque infinito de brincadeiras sem orientações, um imenso tapete amortizante e uma imensidão de material moldável pronto a espalhar brincadeiras e a dificultar as corridas nas mais altas velocidades. essa mesmo. essa praia de casacos polares apertados até ao pescoço, às vezes de gorros a tapar orelhas resfriadas. essa praia deserta de gente e preenchida de bandos de gaivotas. esse maravilhoso parque infantil sem barreiras, nem temas. sem nada. esse maravilhoso mundo onde ao nada se tira quase tudo o que às vezes basta. essa praia com onde o sol se deita alaranjado. essa que mesmo no pico do inverno nos faz tirar as meias dos pés porque o sol fez cócegas nos grãos de areia. essa que se encerra de nevoeiro. essa praia que fica literalmente aos nossos pés à distância dos nossos olhos.

18 de dezembro de 2015

17 de dezembro de 2015

anglo saxons world


























aquelas mães, uma seca de mães, que estão lá em todas e fazem uma patética inveja porque pegam em máquinas de costura e desencantam fatos em dez minutos. uma seca essas mães.

16 de dezembro de 2015

o ano




























em que se vai de férias...............................................para casa.

15 de dezembro de 2015

museu de história natural




































o museu de história natural podia vir connosco arrastado e ficar assim à mão de semear. passaríamos lá vários dias a seccionar visitas e a descobrir coisas novas muitas vezes. estão lá muitos dos ingredientes que o filho grande gosta de explorar e muitos ingredientes que filho pequeno apanha no ar. o darwin se cortasse a barba parecia este avô.

14 de dezembro de 2015

embrulhar e voltar a dar

























longe de filas e perto das partilhas. gostar de memórias olfativas, visuais e sensoriais. o natal são os dias que passamos a decorar a casa, a contar dias, a encher o saco das memórias mesmo que se recusem a provar a aletria que apurei até me aproximar da consistência das memórias que estas papilas gustativas registaram da receita da avó. todos os dias até ao dia. todas as horas em que inundamos a nossa casa de nós. este ano contamos preparar surpresas extra para os miúdos para além do presente que escolhem receber na manha de 25. escolherei dois brinquedos já existentes em casa com os quais já não brincam há muito tempo para embrulhar de novo e voltar a fazer parte das novidades.



13 de dezembro de 2015

this moment

























documentários sobre animais ao serão têm sido o nosso espaço de filho único. sobre animais, a vida selvagem, naturezas inóspitas, vale quase tudo sobre aprofundar o nosso elo ao "nosso" mundo.

12 de dezembro de 2015

crescer

























estamos, de onde partimos, a meio caminho do polo norte. a mãe reclama muito dos trabalhos de casa no computador, são jogos aliciantes, numa grande parte das vezes desenvolvem o treino pretendido mas, outras, tornam-se contraproducentes, jogar sem assimilar os conteúdos não resulta. a mãe faz malabarismos e atira ao pai a sua quota parte. o filho safa-se e muito se deve à escola que o lançou nesta vida. a linguística absorve-a, sobretudo, nos recreios. é um novo mundo, este, cheio de incógnitas de percurso. e perguntam, muitas vezes, quanto às incógnitas. e esquecem, muitas vezes, que as incógnitas também são vossas, pais de filhos. e mesmo que vos pareça que o percurso se faz num caminho dentro da zona de conforto, dentro de trilhos mais ou menos conhecidos, nada nos é certo. nada lhes é certo. crescemos, todos, numa quota parte, dentro das margens das incógnitas. 

10 de dezembro de 2015

ter muitas metades

























nós vamos ser matriarcas. nós já inundamos as nossas casas com os nossos petiscos. nós vamos fazer dançar o açúcar no leite creme, nas rabanadas, na aletria, no bolo rei caseiro e vamos salgar o bacalhau demolhado e atulhado em couve coração, cebola, cenoura e batatas. nós fugimos do que já está feito e passamos manhãs a fazer dançar panelas. nós temos as nossas famílas, os nossos filhos, os nossos maridos mas somos sempre uma da outra.

8 de dezembro de 2015

anglo saxons gods






um dia usamos a mesma receita para uma gondola que registou a nossa viagem a veneza, um trabalho que se perdeu. três anos depois, seguindo a cábula, é capaz de  fazer origamis com muitos passos sozinho. desenha, cola, recorta e mete as mãos em tudo.

7 de dezembro de 2015

super poderes




mais valias, novos skills, novas ferramentas, e as frases a ecoar: as crianças, as crianças, as crianças absorvem tudo, ao fim de uns meses estarão a assimilar e a sugar o meio que as envolve. ok. confirma-se. as crianças conseguem. têm super poderes. mas esse discurso reconfortante ecoa sempre como o da boda molhada e abençoada. ecoa sempre como o discurso do puerpério. é tudo mágico, bonito, emocionante mas que ma;ada, às vezes não se dorme, eles choram, o tempo parece que parar, nem sempre conseguimos enfiar necessidades básicas nossas nas necessidades básicas deles. chegamos lá todos com mais ou menos solavancos! fazer mais discursos realistas e contar a verdade toda. até ao natal não, eles não estão a falar uma segunda língua. eles começam a soltar as primeiras frases.

6 de dezembro de 2015

plataformas de virtualidade

























gostar mais de espaços longe da esquizofrenia que se vê desfilar em plataformas tipo facebook. manifestam-se solidariedades com cliques, clicam-se gostos em notícias tristes e alimenta-se uma gigantesca mobilização a transbordar de superficialidade. as pessoas morrem, há pessoas que morrem injustamente em todo o mundo e esta volátil aleatoriedade em que nascemos e nos plantamos traz imprevistos que podem ser gigantes. ninguém quer estar na hora H num mau lugar. a nossa televisão está sintonizada para usar Internet, a Internet permite-nos seleccionar mais ou menos o que nos entra ecrã adentro. os miúdos andam "ignorantes" e o impacto das maldades do mundo entra-lhes verbalmente e muitas vezes com grande delay. vivem com os sobressaltos para a sua idade, os desenhos onde caiu acidentalmente água, as poças de lama onde caíram, os episódios de dificuldade de comunicação que têm de ultrapassar, os legos que se desmontaram, entre outros, são os seus problemas. problemas do seu tamanho.

5 de dezembro de 2015

memorie games


























ritualizas as despedidas. 5 beijinhos ritmados. tanto carinho como persistência.

4 de dezembro de 2015

o natal, contar dias



























os supermercados têm muitos calendários com janelas com um quadrado de chocolate. nada contra. nos bolsos do nosso calendário podem estar chocolates, a sugestão de uma história de natal para partilhar em família, a escrita da carta com os presentes desejados, a elaboração de decorações de natal mas também o dia dos miúdos fazerem a cama, porem a mesa, arrumarem os brinquedos, para os que nunca ou quase nunca o fazem pode ser um começo e que melhor época para começar novas rotinas agora que o ano se acaba e os velhos hábitos se podem ir com ele! este calendário está disponível e inclui actividades mais e menos comuns.

2 de dezembro de 2015

para este natal



























este é quase o presente perfeito. uma caixa a abarrotar de paralelipípedos de madeira. fica a dica. falta que eles o desejem porque nos anúncios a cores, o plástico e as figuras detalhadas imperam. as crianças pedem o que lhes é mostrado, não pedem o que não conhecem. pedem aquilo a que são expostas. quase nunca conseguem ver no imediato a infinita potencialidade de materiais isentos de artefactos e inteiramente prontos, tecnológicos e por consequência limitadores. é aí que deve entrar quem educa e os conduz na maravilhosa aventura que é crescer. aqui também há pedidos de tartarugas ninja embora a exposição a publicidade não seja grande. mas quando numa conversa entusiasmada lhes abrimos as portas mágicas de outros produtos eles deslizam no escorrega da potencial magia da imaginação e aceitam tudo, ou quase tudo vá. essa descoberta de os conduzir no entusiasmo de brinquedos com um potencial superior, mais amigos do ambiente, da imaginação, da flexibilização de brincadeiras, da plurifuncionalidade e de uma abrangência etária incrivelmente superior é um papel que podemos desempenhar. já temos algumas horas de volta de paralelipípedos de madeira adaptados. podem ver aqui, aqui ou aqui. os sacos de algodão com soldadinhos estampados são produção desta casa e podem voar para a vossa. basta querer.

1 de dezembro de 2015

countdown









































































calendário do advento disponível. podes adquiri-lo. inclui cartões com atividades. portes grátis.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982