12 de novembro de 2017

guia



vais, cais, sais, lais, dais, pais, mais, tais.

10 de novembro de 2017

1,2,3



cresces neste ninho de amor. cheio de colos e animação a quatro dimensões. cresces, às vezes, num corropio de colos e agitação.

9 de novembro de 2017

meus motores


























sabemos a matéria toda, começar o dia com ar na cara é uma mais valia com várias frentes de ataque. para todos. só benefícios. quando os vejo a deslocar-se aos saltos, entre jogos com padrões de passeios, a exercitar regras de circulação em meio urbano, a expandir o olhar, a exercitar o corpo, a libertar a mente, a acordar todos os sentidos, confirmo que chegarão a uma sala com outra energia. obrigada filho crescido por nos fazeres não fazer amanhã o que podemos fazer já hoje.

8 de novembro de 2017

i need wifi

























as armas e os barões assinalados conectados, uma linguagem não totalmente acessível para quem ainda não chegou à primeira década. vontade. vontade de fazer desta leitura a leitura dos tempos mortos na escola. que este exercício de desconexão com os meios electrónicos encontre no nosso lar sempre o máximo de momentos que conseguirmos. não será uma luta mas será sempre um exercício que nos esforçaremos por ter presente. a bem da vossa geração.

7 de novembro de 2017

dia a dia

























colorir o dia a dia, a maior parte dos nossos dias são desarrumados.

1 de novembro de 2017

primeiro de novembro





























até podermos, as tradições que nos fazem sentido, mantê-las-emos. um dia este território pode já não fazer parte delas e só das memórias. alimentê-mo-las enquanto pudermos é disso que se tratam muitos feriados.

saudades


as saudades que tenho deste presente como se já lá estivesse no futuro.

adeus para sempre



alimentaremos memórias no nosso plano B.

30 de outubro de 2017

quando o início e o fim se tocam



espalha-mo-nos em muitas casas. guarda-las-emos a todas no coração e nas memórias, todas, na gaveta das memórias boas. fica para um dia traduzir estas imagens em letras para além das letras que lá metemos dentro, dentro das imagens. dentro destas imagens há muitas histórias lá dentro, muitas letras. dentro da história grande há cinco histórias dentro que traremos guardadas para sempre.

29 de outubro de 2017

objetos



brincar entre objetos em desuso, no meio de gigantes de outras vidas num museu chamado quase de lixo.

28 de outubro de 2017

viva a praia de outono


























viva praias vazias, viva praia de outono,

16 de outubro de 2017

terceira viagem

quando os brinquedos acumulados e guardados continuam a fazer sentido.

30 de setembro de 2017

o nosso pinhal


voltamos atestados de oxigénio, de areia nos bolsos, de saltos nas dunas, de muitos paus e de cabelos desalinhados. 

5 de setembro de 2017

deixa-o resto


deixa-o resto escapou-nos do registo mas colecionamos lugares especiais.

4 de setembro de 2017

1,2,3

herbário



lançamo-nos de novo a um herbário com registo das plantas do nosso pátio, já o tínhamos feito uma e outra vez mas os anteriores registos não envolveram de uma forma tão participativa o filho pequeno.

brincar



querias traze-lo contigo, confessa-mo-nos, o pátio podia vir embrulhado. havemos de ter mais onde construir cabanas. por ai, espalhados por muitos lugares.

1 de setembro de 2017

fazer estrada

não dormir uma noite seguida seguramente há mais de um ano faz de mim zombi. máquina em piloto automático. espécie de cérebro em derrapagem. tanto se sussurra como se grita, tudo nas mesmas proporções. mas aterramos de uma volta cheia de tudo o que para nós são as férias. em trânsito por todos os nossos lugares e mais alguns novos, a acrescentar apeadeiros. preenchidos de campo e praia, estradas e ruelas, caminhos e passadiços, dunas e planaltos. das províncias configuradas no século xvi só deixamos por pisar uma.  temos a vida desarrumada e muita vontade de fazer uma reentrée a organizar gavetas. este setembro, como tantos outros, será o nosso janeiro cheio de projetos, a transbordar de tarefas e alterações a espraiarem-se por muitos quadrantes da nossa vida.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982