21 de março de 2007

365 histórias de encantar


a pouca diferença de idade fez-me partilhar a infância e as principais e secundárias doenças nos anos 80.
muitas são as memórias dos dias de quarentena em que este era o livro eleito, julgo até ter extravasado as várias idades e os várias tipos de quarentena.
em convalescênça, com febre e/ou fraca mobilidade, as histórias curtas, uma para cada dia, algumas género lenga lenga que repetíamos à exaustão, eram as que mais se adaptavam aos curtos ritmados e espaçados momentos de boa disposição.
com o calendário para a frente e para trás parecia que o tempo era nosso e rapidamente passávamos do inverno ao verão entre o cumprir o calendário e obedecer ao tempo e idealizar épocas festivas desejadas.
passadas que estão praticamente duas décadas está velhinho e os desenhos não possuem o tom fluorescente do século XXI mas continua a deliciar-me como outrora.

3 comentários:

vm disse...

saudade :)

e se disse...

tá velhinho!!

Miriam disse...

Eu amo este livro. Tenho a edição de 1970 e não me esqueço da companhia que ele me fez quando tive escarlatina e tive de ficar 40dias em casa... é um livro magnífico e já vai na 13ª edição
Miriam

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982