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4 de maio de 2019

as feras

quando nos começamos a sentir engolidos tento lançar-nos às feras.

7 de julho de 2017

nestum



olá sou o nestum desta família. conquistado com nestum, avelãs e bolachas. passei a fazer visitas diárias e já ouso maior descontração às aproximações que me fazem. eu fujo, eu já não fujo, eles fogem, eles voltam. vamos ter saudades tuas nestum.

16 de fevereiro de 2016

das festas da nossa vida





























estendemos as encorrilhas, espalhamos as tantas coisas que sabes sobre animais, desdobra-mo-nos em festas quase aterrados aos trambolhões. improvisamos, adaptamos, espalha-mo-nos.

17 de janeiro de 2016

encher dias


























de coisas pequeninas. um saco novo e uma avelã na cerca a cativar um esquilo.

13 de dezembro de 2015

this moment

























documentários sobre animais ao serão têm sido o nosso espaço de filho único. sobre animais, a vida selvagem, naturezas inóspitas, vale quase tudo sobre aprofundar o nosso elo ao "nosso" mundo.

16 de outubro de 2015

animais à porta




























há lesmas, muitas aranhas observadas, uma rã residente e outros animais de passagem. estamos no chão.

1 de março de 2014

animals in zoo
























os pinguins de novo a desfilar à nossa frente

16 de janeiro de 2014

amanhar




















guelras exploradas, descoberta de dentes e da ausência de gengivas, barbatanas, escamas e olhos fora. 4 mãos pequeninas a amanhar peixe. há finais do dia que nos correm mesmo bem. outros nem por isso.

13 de janeiro de 2014

o polvo feito cavalo marinho

















a escola trouxe-nos a menina do mar "para casa". andam a ler por "episódios" e a cada paragem em que no ar ficam as cenas para descobrir no próximo capítulo ele vibra. ficou prometido que depois das palavras lidas a bater-lhe na imaginação vemos aquela animação. para já, nada como uma dieta de imagens que o fazem tentar contar centímetros de um palmo, a medida da menina de olhos roxos e cabelo verde. amiga do menino que vive na casa das sete janelas. às vezes a comida também ganha vida marinha.

10 de novembro de 2013

o peixe balão amarelo brincou à apanhada



















cá em casa os peixes resultam muito bem no prato e muito mal no aquário. desistimos dele, do aquário em casa e decidimos voltar mais vezes ao aquário mais perto de casa.

4 de outubro de 2013

the mole and the snail


















o maior passeou um caracol uma manha inteira e agora é fã da pantera cor de rosa. o menor foca no ruca. a toupeirnha mantém-se consensual. por isso usamos os supostos remendos nas t'shirts.


17 de setembro de 2013

do cafuné





















fui "acusada" de ser uma mãe canguru por trazer os bebés pendurados, muitas vezes "tortos" e enroscados em mim. ainda há situações, de 1 adulto para duas crianças, em que o apoio extra nos resolve a logística mesmo que 2 e 5 anos tragam muitos quilos agarrados. depois de muitos anos a escapar incólume agora me declaro mãe chimpanzé que fará muito cafuné nos seus macaquinhos irrequietos. a receita tinha-nos ficado retida em stand by à espera que nos saísse a sorte grande e na falta de alternativas à mão o vinagre e o azeite fizeram os tempêros do serão e da manhã de hoje.

14 de setembro de 2013

novos inquilinos




o sal e a pimenta ao primeiro dia estão na eminencia de morrer empanturrados. ele insiste com mat e faísca e eu com sardinha e carapau. seja como for são animados e partilham o espaço com uma tartaruga, uma raia e um tubarão, inanimados. também há um avião sem asas, será gigante na perspectiva deles. eles trouxeram um arco iris para cada dia. a ver quanto tempo nos temperam os dias.

23 de julho de 2013

a árvore viva da árvore morta em tierpark




  
combinamos animais com um passeio pelas redondezas. sobra-nos tempo e sobrar tempo é precioso. podermos distender-nos nas observações sem ritmos impostos, até porque temos sempre a possibilidade de voltar que o espaço tem entrada gratuíta, foi saboroso. o charlie e lola tinham "contado" ao filho grande que as hastes de veados e alces caem e crescem de novo a cada ano mas vimos bem de perto o veludo que as reveste, uma espécie de penugem. passou por pila e papila para chegar a barbela, a suspensão de tecido vermelho que os galos exibiam nos dois lados da mandíbula, mas diz que percebeu primeiro que crescia uma árvore a partir do velho tronco caído. listamos animais, afagamos cavalos e saboreamos uvas. depois podemos sempre aproveitar para um la fontaine.

19 de junho de 2013

dentro e fora das exposições




















fomos de lanterna na cabeça ver animais taquidérmicizados por António Perez. exploramos dentro e depois fora como da outra vez.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982