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27 de outubro de 2018

as pequenas e as grandes viagens



















vamos faltar à escola. vamos faltar à escola mas vamos mais para dentro dela. na escola trocam-se conhecimentos. nas viagens vivemos conhecimentos.  mergulhamos em conhecimentos. vivemos família. vamos faltar à escola mas vamos mais escola adentro ou escola afora. vamos perder aulas e ganhar mundo. voltaremos com as bagagens a transbordar. vamos faltar à escola e meter os pés e as mãos no mundo.

9 de novembro de 2017

meus motores


























sabemos a matéria toda, começar o dia com ar na cara é uma mais valia com várias frentes de ataque. para todos. só benefícios. quando os vejo a deslocar-se aos saltos, entre jogos com padrões de passeios, a exercitar regras de circulação em meio urbano, a expandir o olhar, a exercitar o corpo, a libertar a mente, a acordar todos os sentidos, confirmo que chegarão a uma sala com outra energia. obrigada filho crescido por nos fazeres não fazer amanhã o que podemos fazer já hoje.

4 de setembro de 2016

do nosso pinhal



teremos sempre o nosso pinhal, este que nos faz sair, rebolar dunas e recolher muitos paus.

12 de agosto de 2015

3 de julho de 2015

my boys


























inquieta a tranquilidade com que encaras tudo. só queres saber com que linhas te vais coser e é tudo. se terei aparelho nos dentes siga, se irei mudar de escola siga, se nessa escola vou ouvir em permanência outra língua siga. medes o tempo por cores como um dia medi. ontem com tantas conversas de cores expliquei-vos que iam ter a "sorte" de saltar uma cor. isso explica-vos melhor a dimensão do tempo. depois de confirmares a dimensão exacta do tempo voltaste ao teu silêncio processador inquietante. assim parece ser fácil demais e eu escondo as minhas angústias com algum profissionalismo. mas tu guardas, respondes pouco, acumulas, pareces sempre tranquilo quando te apanho a verbalizar uma explicação do futuro ao teu irmão pequeno é ai que confirmo e comprovo que as informações não têm caído baralhadas. estarei com atenção por isso mesmo.

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reages ao novo, sempre tiveste muitas certezas, não estou habituada a ter certezas e a viver sem s's. és resistente, insistente, persistente. difícil de manobrar. é comigo que mais te expandes na tua resiliência e me esgotas estratégias de gestão. parar a tua espiral de persistências é um desafio perturbador. dar luta, não dar luta, responder com carinho, cortar, calar, ameaçar, sossegar, respirar, compreender, negociar, tem dias que passamos por tudo, experimentamos tudo. e é o cansaço que te vence porque a desistência não entra no teu dicionário e mesmo depois de horas de sono o assunto não fica assim arrumado na gaveta.
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7 de janeiro de 2015

19 de março de 2014

18 de setembro de 2013

how to catch a star



















umas estrelas e luas trazidas da indonésia descobertas numa gaveta ao jantar + o livro que trouxemos de londres = uma história trocada em teatro de sombras que pacificou as escolhas dessintonizadas entre 27 e 67 meses das últimas noites. 

2 de abril de 2013

em cinzento






















os dias são aqui cinzentos, cinzento muitas vezes, muitas vezes cinzentos. este fim de semana ao menos fomos espalhar as vistas e vimos mais cores.

25 de novembro de 2012

perguntar




 
quantos anos tem o mundo? PLOC a pergunta caiu-me assim no colo e até ecoou. o quarto estava silêncioso, ele a aconchegar-se. fiquei a embalar a resposta com cuidado, à procura da melhor explicação, mas uns segundos é muito tempo e chutei um bocadinho para daqui a mais uns anos. talvez seja melhor começar a aprofundar o tema e ter uma quantidade na ponta da língua. já me fez procurar quantos países o mundo tinha e o mundo parece ser assim uma coisa tu cá tu lá para esta geração que aí está porque já lhes deve passar pela cabeça que há por ai fogueportos, inventei agora a palavra porque já me falou em pilotar foguetões, carreiras deles a avançar por esse céu fora de planeta em planeta.
 
 

13 de setembro de 2010

12 de setembro de 2010

23 de abril de 2010

sombras e objectos

                                            
 a miniatura de uma máquina de costura, o meu colar de bolotas, uma jarra, uma pinha, um cata-vento dele, uma andorinha. reunidos alguns dos meus objectos de eleicção. este nunca poderia estar de fora. bom fim de semana.        

18 de abril de 2010

under construction


uma manhã com sol e uma tarde de chuva. passamos a tarde à volta da caixa que de castelo já tem muito pouco. abrimos uma porta, pusemos puxador, criamos uma espécie de varanda, acrescentamos uma cortina e instalamos sistema para manter a portada aberta. havemos de continuar a reciclar, construir, reconstruir, remodelar, improvisar, enquanto se vai brincando.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982