Mostrar mensagens com a etiqueta exposições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta exposições. Mostrar todas as mensagens

20 de setembro de 2020

vida em azul





 












terão uma infância exposta a muita informação. às vezes também é preciso esvaziar. não ir, não ver, não fazer. só estar. parar. ficar. reduzir os estímulos, as coisas, as viagens, as exposições que lhes inundam as memórias. parar. deixar as memórias serem arrumadas nas gavetas. mas neste balanço mareado que tem sido a nossa vida ter certeza que as vivências que carregam os constrói únicos e singulares na sua / nossa história. 

19 de setembro de 2020

o poder da nossa paz outdoor





engolir milhões de vezes as palavras. permanecer sempre entre os opostos como se fossem sempre verdade, a afirmação e a sua negação. há sempre um lado B, um outro lado da margem do mesmo rio que corre vivo. ser morno, impulsivo e tranquilo e médio. aceitar a pandemia, aceitar as orientações. aceitar ainda com mais força que vivam sem máscaras. aceitar que brinquem em liberdade. aceitar que se constipem. aceitar que se aproximem. aceitar que convivam. aceitar que adoeçam. aceitar que cresçam. aceitar que há opções muito pouco razoáveis. 




 

1 de maio de 2019

do que nos une


a minha riqueza está na ausência e na presença de um anel. não fomos a lado nenhum. há sempre um furo no anel que nos fura a" tradicionalidade" dos programas estipulados se é que posso inventar assim umas palavras a traduzir coisas patetas. íamos sem eles, depois com eles. não fomos a lado nenhum. mas é esta a vida que gostamos de viver. esta plasticina que nos cola a família que construímos. este barro duro que molhado se molda. esta matéria que sendo a mesma se adapta e sofre processos transformativos. somos água fresca, pedra sólida e gás oxigenado. sabemos que todos os dias comemoramos a vida.

26 de abril de 2019

esher e mergulhos fora da rotina

descobri-mo-nos a cada exposição, a cada passeio, a cada momento de lazer. é fora das rotinas que mergulhamos mais fundo na vida que a rotina dá.

24 de abril de 2019

visitas de estudo



por querer abrir o espetro para além da área de influência em que a vossa parentalidade se move. fazemos programas abrangentes. à medida que crescem moldam-se e denunciam interesses. confirmamos desta vez que este tema não será para todos.

21 de março de 2019

4 de março de 2019

zoology



a zoologia entrou nas nossas vidas em cambridge pelas mãos do attenborough e porque o pequeno filho que passou para o meio adormecia cedo. ficávamos ali num namoro a três a repousar e a arrumar as mil gavetas abertas com tanta nova informação para gerir. por isso voltar significava sempre passar pelo recente inaugurado museu. neste momento temos tema para a nossa tribo inteira.

15 de outubro de 2018

imprimere

éramos para explorar tóssan mas mergulhamos na exposição seguinte e perdemo-nos ou prendemo-nos mais tempo nos 250 anos da imprensa nacional. eles reviveram o museu do papel e todos nos lamentámos não haver mais interactividade nas exposições. com a envolvência ganhamos todos em todas as frentes. passaram 5 anos e ainda há memórias incrivelmente presentes e isso deve-se sobretudo, cremos, ao envolvimento e à interactividade que uma exposição pode apresentar. 

13 de outubro de 2018

as nossas pernas para o ar

somos nós em todos os nossos bloqueios e desbloqueios, em todas as nossas superações e birras. somos nós a entregarmo-nos todos uns aos outros. somos nós em construção. para sempre em construção.

30 de setembro de 2018

17 de setembro de 2018

lápis afiados



meninos espalhados. todos os dias várias voltas ao quarteirão a desafiar horas. a distribuir lápis afiados. setembro é capaz de ser dos meses mais desafiantes porque parece que a vida começa um bocadinho de novo. 

31 de agosto de 2018

animais em extinção


não temos agora o museu à porta mas o museu veio até nós, ou uma muito, muito pequenina parte dele. sugamos tudo e foi tanto que o pouco chega a ser muito. agarramos a visita guiada, o número um respondeu a todas as perguntas de abertura de cada explicação e trouxe algumas reflexões no bolso enquanto o número três caiu no sono e permitiu que também o número dois sugasse informação. os maiores e mais vulneráveis animais são os que mais rápido se extinguem, a extinção pode não ser má, faz parte da lei natural da vida. há estimativas do tempo de duração de uma espécie na terra, um dia o homem pode extinguir-se e talvez fiquem os insetos a povoar a terra.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982